sexta-feira, 17 de julho de 2009

Proteção e Combate a Incêndio em Empresas

INTRODUÇÃO
Todo empreendimento em sua atividade seja qual for seu ramo e segmento, desejará sempre manter a ordem e a segurança de seus colaboradores. Para isso deve-se frisar os cuidados com preceitos básicos e intrínsecos de prevenção e manutenção, de como evitar e, no caso da ocorrência de sinistro, saber conduzir a situação para a mais tranqüila providência, preservando e garantindo a todos, soluções para quais quer casos possíveis e imaginários.
Portanto se aplicarmos propostas que venha melhorar e assegurar a continuidade das atividades, certamente o retorno será confiável e favorável. Pensando em uma catástrofe, podendo evitá-la ou na pior das hipóteses controlá-la com eficácia.
Sabendo que o incêndio é algo nunca esperado e, quando da sua existência poderá ter conseqüências danosas a vidas e aos patrimônios, vamos abordá-lo com maior critério.
Passo a passo deve-se verificar como a empresa está se adequando as condições de prevenção e combate a incêndio, esta verificação criteriosa feita por etapas, deve ter como base a preservação da vida, a começar pelos funcionários, iniciamos com pesquisa sobre a existência de trabalhosa de conscientização, de como estão as simulações realizadas pela Brigada de Incêndio, rotas de fuga e saídas de emergência, suas condições e sinalizações para o conhecimento de todos, quanto ao posicionamento de equipamentos e materiais de combate a incêndio para o pronto uso, se a CIPA está atenta para qualquer defeito ou a má utilização de máquinas e equipamentos, da existência de projetos de proteção ativa, como da instalação de equipamentos automáticos contra incêndio. Completando é viável o cumprimento contido em Instruções Técnicas, Normas e leis, atinentes no combate a incêndios.
Incêndios em grande escala não saem da memória de muita gente e se fossemos comentar agora teríamos que mudar o curso deste artigo. Para causas deste tipo não venham a destruir nosso espaço de trabalho, notificaremos todos os pontos vulneráveis, desde partes elétricas não protegidas corretamente, acúmulo de materiais combustíveis próximos de fonte de calor, o defasado preparo de brigadistas, falta de planos e programas emergenciais, até instalações de equipamentos e adaptações as normas e leis vigentes, entre outros aspectos de viabilização de meios. A partir de ajustes em setores e a preparação maior onde se tem grande concentração, tanto do contingente fixo como do flutuante, para não haver o desprazer de depararmos com o pânico em massa, sairemos então do marasmo, da rotina e apresentando mudanças substanciais que levarão a empresa a mais eminente satisfação de confiança e bem estar.
Toda empresa deve qualificar e garantir um grupo entre seus colaboradores, a fim de estarem bem preparados e treinados para a condução no caso de um princípio de incêndio, adequar-se aos novos sistemas de controle e comunicação, tanto visual como de atuação automática e, mais uma série de medidas e soluções, para que a certeza de estar em segurança comece pelos funcionários e sejam estendidas a clientes, se for o caso e a circunvizinhança.
Em caso de acidente inevitável, o pessoal selecionado e capacitado, deverá estar condicionado para agir, retransmitindo de volta a normalidade da situação em seu domínio, usando meios para soluções técnicas imediatas, que irão garantir para que todos vejam o derradeiro satisfatório. Por fim, há de se ressaltar que a finalidade se baseia na prevenção, na solução do risco antes de sua manifestação, para tanto deve-se buscar em diversas normas e leis, todo o tipo de metodologia capaz de argüir o perigo, eliminando e tratando direto na sua fonte , dando respaldo e motivação para que essa melhoria continuada seja algo platônico no cotidiano daqueles que regem a segurança da empresa.

MÉTODOS

Uma boa ferramenta para se dar início a um trabalho de prevenção é a APR (Análise Preliminar de Riscos) para que a partir desta os problemas antes existentes sejam prevenidos, tanto de cunho financeiro, como os de caráter prejudicial à saúde dos trabalhadores, que irão focar além dos pontos vulneráveis também aqueles permissíveis de ações patológicas as pessoas, através de estudo das causas e de seus agentes.
Após reconhecidos os riscos ambientais e desenvolvendo as técnicas de prevenção apresentadas as seguir, a possibilidade desse mal interferir na produção se torna vago, ou se por motivo de força-maior vier a ocorrer, devido as adequações, sua extinção se dará com maior eficiência e com o principal de tudo, que é a preservação da vida.
Antes da elaboração desta ferramenta técnica no reconhecimento dos riscos causadores de acidentes devemos responder a algumas questões:
§ O que pode dar errado?
§ Quase são as possíveis causas desses erros?
§ Qual a chance dos erros ocorrerem?
§ Qual é a conseqüência associada a cada erro?
§ Os riscos são toleráveis?
§ As medidas de segurança existentes são eficientes?
No escopo abaixo de modo seqüencial e pragmático se destaca algumas ações sugeridas para melhor compreensão e suas relevantes soluções, direcionando ao final o custo-benefício e as condições que serão estabelecidas de respaldo à segurança e vida da pessoa humana.












MARCELO FERREIRA
Técnico em Segurança do Trabalho
macerreira@gmail.com